Solange e John Legend manifestam-se contra ataques racistas

Solange e John Legend manifestam-se contra ataques racistas 18 de agosto de 2017

Depois de o presidente americano, Donald Trump, ter afirmado que não vai condenar as ações racistas de neonazis e simpatizantes do Ku Klux Klan, ao culpar "ambos os lados" pela violência mortal em Charlottesville, na Virginia, no passado fim de semana, Solange e John Legend assumiram publicamente uma posição contra a política do ódio e da divisão.

Antes de apagar a sua conta de Twitter, Solange defendeu a estudante de 22 anos Takiyah Thompson, detida depois de tentar retirar um monumento em homenagem a um Confederado na Carolina do Norte. "Temos que libertar a minha nova heroína Takiyah Thompson", escreveu a cantora na rede social, antes de a fechar.

John Legend tem apostado no Facebook para deixar as suas mensagens de indignação sobre o sucedido.

Instantes depois, a irmã de Beyoncé expôs no Instagram os seus sentimentos sobre monumentos em homenagem a Confederados, falou sobre o medo de educar o filho de 12 anos e sobre como se está a proteger. "Estou a tentar perceber-me. Tenho tentado preservar-me neste período e não dar a minha energia a racistas. Preciso reservar as minhas forças para os concertos deste álbum", descreveu.

De recordar que a artista está a promover o disco "A Seat at the Table", do ano passado.

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