Legislativas: Propostas dos partidos na área da saúde

 19 de janeiro de 2022

Acesso a médicos de família, mais investimento na saúde mental e melhores condições para os profissionais de saúde são algumas das propostas comuns à maioria dos partidos, que se apresentam às eleições legislativas de 30 de janeiro.

Assim sendo, fizemos um apanhado com as principais promessas eleitorais na área da saúde lançadas pelas nove forças políticas que elegeram deputadores nas anteriores eleições:

O PS deixa a promessa de construir ou modernizar, até 2026, 100 unidades de cuidados de saúde primários. Outro dos objetivos é construir novas unidades hospitalares: Central Alentejo, Algarve, Lisboa Oriental, Seixal, Sintra e a Maternidade de Coimbra.

O PSD quer garantir acesso a um médico de família a todos os cidadãos até ao final da legislatura. Até lá, e numa fase de transição, propõe o acesso a um médico assistente com recurso ao setor social e privado, quando necessário.

O Bloco de Esquerda defende o aumento do orçamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em percentagem do PIB e uma estratégia nacional de recursos humanos. Outra das propostas é criar um regime de carreira em exclusividade para os profissionais do SNS.

A CDU propõe incentivos para fixar os profissionais no Serviço Nacional de Saúde, sobretudo nas zonas carenciadas. Os comunistas, que vão a votos ao lado os verdes, querem ainda acelerar a compra de equipamentos pelo SNS.

O CDS-PP sugere uma "Via Verde Saúde". O objetivo é que os utentes possam fazer, sem custos, exames, consultas e cirurgias no setor particular ou social, quando a espera no público não é razoável.
 
O PAN coloca o foco na saúde preventiva e compromete-se com o reforço na ação do INEM e da linha Saúde 24 em todo o território.

A Iniciativa Liberal defende mais liberdade na escolha do utente. Propõe, por isso, um sistema a funcionar em articulação com os prestadores de saúde públicos, privados e sociais.

O Chega pretende também reformar o sistema nacional de saúde para passar a integrar uma componente pública e outra privada,  num modelo tendencialmente semelhante ao da atual ADSE.

O Livre quer reforçar e reorganizar o SNS com base em comunidades locais, através da gestão pública, e não renovando os contratos das Parcerias Público-Privadas.

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