Portugal gastou mais de 3,4 mil milhões de euros em proteção do ambiente em 2019

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 23 de março de 2022

Portugal gastou em 2019 mais de 3,4 mil milhões de euros em proteção do ambiente, um aumento de 5,4 por cento em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

A despesa nacional em proteção do ambiente representou nesse ano 3.448,4 milhões de euros, o equivalente a 1,6% do Produto Interno Bruto.

O setor dos bens e serviços ambientais gerou 2,6% do valor acrescentado bruto português, representou 3,6% das exportações e 2,3% do emprego, divulgou o INE.

Por proteção do ambiente entendem-se atividades que visam prevenir, reduzir e eliminar a poluição ou degradação do ar e clima, gestão de águas residuais e proteção de biodiversidade, entre outros objetivos.

O setor de bens e serviços ambientais inclui ainda a gestão de recursos, destinada a preservar manter e reforçar recursos naturais como água, recursos florestais, energéticos ou minerais.

A produção de bens e serviços de proteção do ambiente atingiu 6,09 mil milhões de euros (43,9% do setor de bens e serviços ambientais) e a de gestão de recursos ultrapassou 7,8 mil milhões de euros (56,1%).

A gestão de recursos energéticos concentrou 42,5%, a gestão de resíduos 14,8% e a gestão de águas residuais 8,8%.

Entre 2014 e 2019, as exportações do setor de bens e serviços ambientais aumentaram 41,9% e o emprego aumentou 23,8%.

Comparando com o resto da União Europeia, os dados disponíveis referem-se a 2018, ano em que Portugal foi o oitavo estado-membro com maior peso do valor acrescentado bruto do setor dos bens e serviços ambientais.
 

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