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Polícia de Segurança Pública

Oceanos: PSP mobiliza 1 650 agentes para segurança da conferência das Nações Unidas

São esperadas sete mil pessoas no evento.

A Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, que arranca na segunda-feira em Lisboa, vai ter um dispositivo de segurança com cerca de 1 650 agentes, anunciou hoje a PSP, que prevê a presença de 7 000 pessoas no evento.

O chefe da área operacional do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, superintendente Domingos Antunes, disse em conferência de imprensa que o policiamento “vai assentar numa forte visibilidade” por toda a cidade, com especial incidência na zona do Parque das Nações, além de “um reforço de segurança à chegada” à capital portuguesa.

“Considerámos criar uma estrutura de coordenação, comando e controlo em permanência, envolvendo todas as forças e serviços de segurança portugueses, contando com a participação da Interpol e Europol. Aguardamos que cerca de 7 000 pessoas nos visitem, obviamente tivemos de robustecer o nosso nível de comando e controlo”, afirmou o responsável.

Sobre os aspetos operacionais, Domingos Antunes assumiu que a conferência “vai exigir uma fileira de meios”, nomeadamente no âmbito das informações, do policiamento de proximidade, das unidades de intervenção para reposição da ordem pública e da investigação criminal.

“Estamos a pensar empenhar um total de cerca de 1 650 polícias, o que denota o esforço de grande compromisso com este grande evento e a afirmação de que Portugal tem uma cultura de bem saber organizar estes grandes eventos internacionais. Essa é a nossa preocupação e o nosso vínculo público”, referiu.

A Conferência dos Oceanos de 2022 é coorganizada por Portugal e pelo Quénia e decorrerá de 27 de junho a 1 de julho, na capital portuguesa.

A ONU descreve o evento como um apelo à ação, exortando "os líderes mundiais e todos os decisores a aumentarem a ambição, a mobilizarem parcerias e aumentarem o investimento em abordagens científicas e inovadoras, bem como a empregar soluções baseadas na natureza para reverter o declínio na saúde dos oceanos".

Agência Lusa