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Lusa

Cravinho afirma que teria pedido a demissão se entendesse não ter condições para continuar

João Gomes Cravinho tutelou a Defesa entre 2018 e 2022 e em causa está a derrapagem nos custos das obras do Hospital Militar de Belém.

O ministro dos Negócios Estrangeiros considerou hoje ter condições para se manter no cargo, afirmando que já teria apresentado a demissão se entendesse o contrário.

“Se não achasse [que tenho condições] já teria apresentado a minha demissão e já me teria ido embora”, afirmou João Gomes Cravinho, que tutelou a Defesa entre 2018 e 2022, antes de transitar para o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

O governante falava numa audição na comissão parlamentar dos Negócios Estrangeiros e respondia ao líder parlamentar da Iniciativa Liberal (IL), Rodrigo Saraiva, que momentos antes o tinha interrogado sobre o assunto e referido algumas polémicas que o envolvem, designadamente a da derrapagem nos custos das obras do Hospital Militar de Belém.

“Não há razão nenhuma para eu fazer isso na medida em que tudo aquilo que tem a ver com a minha vida privada ou com a minha atuação anterior, enquanto ministro da Defesa Nacional, eu posso explicar com total satisfação, para mim próprio, desde logo, e estou à disposição aqui na Assembleia da República para se aprofundar as matérias que quiserem”, declarou.

Agência Lusa

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